Outono – tempo de recolher

No dia 30 de março, na tradição germânica antiga, era comemorado o festival de Eostre, a deusa da primavera, renascimento, fertilidade, e da lua. No hemisfério sul, na mesma época, comemoramos o equinócio de outono que marca a época da colheita, onde ceifamos aquilo que semeamos na primavera para colher o que havíamos plantado. Marca o momento de descanso do Sol, momento em que o nosso interior pede um certo recolhimento, um momento de reflexão, de reorganização interior. Nossa energia vital se recolhe, começa a se encaminhar para as nossas raízes. Use e abuse do inhame/cará, da mandioca, que dão essa sustentação física por serem tubérculos e armazenarem muitos nutrientes em sua própria raiz.

 

Pergunte-se:

·        Como estão minhas raízes?

·        Estou bem plantado?

·        Estou presente naquilo que me proponho fazer?

·        Estou feliz com o que estou colhendo?

·        Como está a minha capacidade de armazenamento de energia?
(pense na energia como sustentação, seja alimento, dinheiro, saúde)

Aproveite esse momento marcado pela festividade da Páscoa para renovar algum aspecto de sua vida. Deixe ir, desapegue, faça uma verdadeira passagem. Gosto de lembrar da passagem de Moisés pela mar vermelho, quando assumiu a missão de retirar o povo hebreu do Egito. Pense nessa simbologia: para que eu realize uma meta, uma ação verdadeira, pela de sentido e alinhada com meu eu superior, preciso dar o primeiro passo para que o “mar” se abra! Caso contrário, ficarei preso nas minhas crenças limitantes, na minha visão limitada, que turvam minha visão e enfraquecem meu agir.

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